
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Conta a lenda
(...)que tudo que cai nas águas deste rio - as folhas, os insetos, as penas das árvores, se transforma em pedras do seu leito, Ahh, quem dera se eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atira-lo na correnteza e então, não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças...
(Paulo Coelho)
(...)que tudo que cai nas águas deste rio - as folhas, os insetos, as penas das árvores, se transforma em pedras do seu leito, Ahh, quem dera se eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atira-lo na correnteza e então, não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças...
(Paulo Coelho)
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Hoje acordei com saudades De voar na imensidão de mim mesma... E entre meus guardados, Procurei minhas asas. Houve um tempo em que voava, E me perdia numa estranha alegria Escutando o vento. Agora outra vez... Pelo céu quero voar, E por sobre a muralha dessa vida, Construir meu momento. Sem medo, Deixar-me envolver na mais doce loucura Lançar-me nesse vazio, E absorver o silêncio profundo e vasto Que me dá todas as respostas Hoje quero voar... Libertar o coração das amarras,
Deixa-lo livre Para desvendar os horizontes
Desvanecer no espaço.
Esconder-me do mundo, fazer parar o tempo...
Viver o sonho mais sonhado.
E num ato encantado, dormir, no colo da lua.
Glória Salles
Deixa-lo livre Para desvendar os horizontes
Desvanecer no espaço.
Esconder-me do mundo, fazer parar o tempo...
Viver o sonho mais sonhado.
E num ato encantado, dormir, no colo da lua.
Glória Salles
É preciso não esquecer nada: nem a torneira aberta nem o fogo aceso, nem o sorriso para os infelizes nem a oração de cada instante.
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a idéia de recompensa e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence.
Cecília Meireles
É preciso não esquecer de ver a nova borboleta nem o céu de sempre.
O que é preciso é esquecer o nosso rosto, o nosso nome, o som da nossa voz, o ritmo do nosso pulso.
O que é preciso esquecer é o dia carregado de atos, a idéia de recompensa e de glória.
O que é preciso é ser como se já não fôssemos, vigiados pelos próprios olhos severos conosco, pois o resto não nos pertence.
Cecília Meireles
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